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Flávio é barbárie, desmonte do Brasil e ruína da civilização — Fascista se derrota

29.09.2026 11 min read

O candidato da extrema direita a presidente da República, o ultraneoliberal Flávio Bolsonaro, é um sujeito desprovido de juízo e razão, descompromissado com o desenvolvimento social e econômico do Brasil, como se observou na reunião da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), nos Estados Unidos, em março, quando demonstrou ser um agente público entreguista, de caráter subalterno e subserviente ao governo do ditador em escala mundial Donald Trump.

Com 23 anos de carreira como político profissional, a exercer os mandatos de deputado estadual e de senador da República, Flávio Bolsonaro somente se empenhou para atender aos seus interesses pessoais e familiares. Sua atuação como deputado e senador é lamentável, estupidamente inócua e sem nenhuma produtividade no que concerne a projetos em benefício do desenvolvimento do País e da melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro, em especial os cariocas e fluminenses. Flávio é político do Estado do Rio de Janeiro, onde há anos é acusado de se relacionar com grupos de milicianos armados, conforme o MPRJ e notícias recorrentes na imprensa de mercado.

O primogênito de Jair Bolsonaro, o Flávio 01, contratou para “trabalhar” em seu gabinete de deputado estadual pessoas ligadas à milícia e a milicianos de Rio das Pedras, os quais ele defendeu em diversas declarações, assim como os visitou no cárcere, a exemplo do capitão Adriano, ex-policial do Bope, que depois de um tiroteio foi morto pela PM da Bahia, onde se encontrava o miliciano foragido da Justiça.

Não satisfeito com o tamanho de sua irresponsabilidade, porque sempre olhou a vida com o olhar de playboyzinho e filhinho de papai, cujo propósito é curtir a vida adoidado, tal rapaz foi comumente denunciado por praticar o crime de rachadinha, quando o parlamentar fica com grande parte do dinheiro dos seus funcionários, além do seu salário somado ao controle da verba de gabinete. Para lavar o dinheiro, Flávio abriu um pequena loja de chocolate, cujos lucros foram estratosféricos, fato até hoje mal explicado, porque a Justiça barrou a continuidade desse importante processo contra um agente público com mandato popular.

Contudo, essa tremenda picaretagem é apenas uma amostra do que o filho de um presidiário condenado a 27,3 anos de cadeia é capaz de fazer, sem demonstrar qualquer medo ou mínimo receio de ser pego com a mão na botija, como aconteceu com o megaescândalo do Banco Master, um crime de ampla repercussão e protagonizado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O criminoso, conforme palavras do próprio Flávio Bolsonaro, vem a ser o “irmãozão”, que estava sendo achacado pelo senador, mesmo sendo um bilionário poderoso, mas que cometia crimes em série e mesmo assim Flávio foi em busca de muito dinheiro para poder “financiar” e “terminar” tal filmeco Dark Horse. Porém, a desconfiança geral e irrestrita é que até hoje tal filme não passa de uma enorme picaretagem, que envolve também seu irmão Eduardo Bolsonaro, porque a PF desconfia que ele se sustenta no Texas (EUA), em grande parte, com o dinheiro proveniente desse filme.

A verdade é que tal dinheirama — R$ 134 milhões — consiste em uma grotesca lavagem de dinheiro, que, volto a ressaltar, financia a estadia prolongada nos Estados Unidos do foragido da Justiça brasileira, Eduardo Bolsonaro, que recentemente foi expulso da Polícia Federal para o bem do serviço público. Eduardo era escrivão com lotação em Angra dos Reis (RJ). Trata-se de um filmeco vagabundo, “feito nas coxas”, e com altos recursos financeiros provenientes de um ex-banqueiro que está preso, porque se apropriou de maneira fraudulenta de valores bilionários.

São recursos financeiros oriundos do dinheiro público, a exemplo de INSS, previdências estaduais de servidores públicos, além do BRB sob a batuta do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha, um bolsonarista empedernido, que se afundou na lama da corrupção e, posteriormente, renunciou ao Governo do Distrito Federal e à candidatura ao Senado. Escafedeu-se. Calou-se. Submergiu e sumiu das fotos e vídeos da imprensa de negócios privados e à espera que a sociedade esqueça de suas trapaças e bandalheiras à frente do GDF.

Vorcaro concedeu vantagens milionárias e mordomias a políticos, funcionários e empresários corruptos. O ex-banqueiro presidiário financiou a tigrada da extrema direita brasileira, que decidiu ter um ‘banco para chamar de meu’, com a ajuda estratégica do presidente do Banco Central no Governo Bolsonaro, o possante e sabotador do Brasil e do Governo Lula, Roberto Campos Neto, que hoje deita e rola no mercado financeiro no papel de vice-chairman, ou seja, vice-presidente do conselho, além de chefe global de Políticas Públicas e membro do Conselho de Administração do Nubank.

Campos Neto foi premiado pela banca trilionária dos banqueiros, que realiza todo tipo de negócios e negociatas na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Seus serviços em prol dos muitos ricos foram reconhecidos. David Vélez, dono da fintech Nubank, agradece penhoradamente a Campos Neto, que praticou juros escorchantes quando presidiu o Banco Central e prejudicou severamente a economia e a população brasileira.

A verdade é que o BC, na prática, foi privatizado, realidade que o tornou uma extensão da Faria Lima. Campos Neto garantiu a dinheirama sem limites aos banqueiros e aos jogadores do mercado de capitais de diversos setores e segmentos, por intermédio da manutenção dos juros altos, que na sua administração atingiram os píncaros da agiotagem global e oficializada, porque durante seu longo mandato de quase seis anos na presidência do BC, os juros reais (taxa de juros descontada a inflação) no Brasil se tornaram pornográficos, pois os mais altos do mundo.

O testa de ferro dos banqueiros implementou o valor máximo quanto à taxa básica de juros (Selic), que atingiu escorchantes 15% ao ano. Juros, literalmente, abusivos ou extorsivos. O grande roubo da banca. O roubo para valer e com o apoio irrestrito de outro jogador do propalado “mercado”: o sacripanta Paulo Guedes como ministro da Economia dos ricos, da jogatina desenfreada e das privatizações criminosas contra os interesses do Brasil e da nação brasileira.

Paulo Guedes com a aquiescência de Jair Bolsonaro matou o povo de fome, que passou a frequentar a fila do osso nos açougues. Trata-se daquele sujeito indecente que disse que iria colocar uma granada no bolso do servidor público em vez de dar-lhe aumento salarial ou pelo menos repor a inflação ao seu salário. Não fez uma coisa nem outra, apenas tratou de vender para o BTG Pactual, em julho de 2020, a carteira de crédito vencida do Banco do Brasil com valor contábil de R$ 2,9 bilhões. A carteira foi entregue por risíveis R$ 371 milhões, ou seja, cerca de apenas 12% do seu valor contábil nominal. Ficou tudo por isso mesmo…

Antes que eu esqueça, o chicago boy Paulo Guedes é um dos fundadores do BTG Pactual, que há alguns anos é controlado pelo banqueiro André Esteves, que esteve preso por 28 dias, em 2015, por ser acusado de tentar obstruir investigações da Operação Lava Jato no que é relativo à corrupção na Petrobras. Estava tudo em casa: banqueiros corruptores x servidores públicos de alta periculosidade como os da quadrilha da Lava Jato. Elas por elas, noves fora, zero!

Enfim, Roberto Campos Neto sempre administrou o Banco Central no sentido de atender, sistematicamente, os interesses do invisível e impessoal mercado, que não serve para nada, a não ser apoiar políticos comprometidos com seus interesses, que se resumem unicamente a ganhar dinheiro, muito dinheiro e com o mínimo de esforço. Trata-se do samba de uma nota só: dinheiro!

Por isso que os banqueiros pagam, a preço de ouro, às famílias midiáticas, como as dos Marinho, Saad, Abravanel, Frias e Sirotsky, Mesquita e Frias, dentre outras, sendo que os Civita perderam 100% do controle da Editora Abril, que editava a Revista Veja, que se tornou publicação panfletária, de extrema direita e amarguradamente golpista. Uma loucura só.

Por sua vez, voltemos à pergunta: Quais são as propostas do Flávio Bolsonaro para a economia? Respondo: “O mesmo do mesmo no que é relativo a impor políticas econômicas neoliberais, assim como desumanas, por meio daquele antigo blá-blá-blá decrépito de sempre dos economistas ortodoxos, que termina, irremediavelmente, com concentração de renda e riqueza, desemprego em massa e quebra dos protocolos de fiscalização mediante mudanças e flexibilizações gravemente permissivas. Como já fizeram e farão novamente, Flávio e sua turma de extrema direita vão alterar estruturas e mecanismos de transparência das contas pública e afrouxar o controle socioambiental, no que concerne à fiscalização da mineração, do desmatamento, das terras indígenas e das fronteiras.

Não há e não haverá dúvida quanto a essas temeridades, porque Flávio Bolsonaro, por intermédio da sua coordenadora econômica, Daniella Marques, propõe retomar a desregulamentação da economia como fez o ministro de Economia do seu pai presidiário, o chicago boy Paulo Guedes. O irmãozão do Vorcaro quer repetir no Brasil a tragédia social e econômico-financeira que Javier Milei implementou na Argentina, a transformar sua população em espantalha de si mesma quando se depara com a dura realidade da pobreza e da ausência dos serviços do Estado, a deixar o povo argentino à deriva.

“Desregulamentação” é o eufemismo usado pelos neoliberais para, de forma delinquente, tomar de assalto o Estado nacional e, com efeito, escancarar a porteira para fazer passar a boiada, a exemplo do que disse Ricardo Salles, o ministro do Meio Ambiente do governo fascista de Jair Bolsonaro, amplamente militarizado e dedicado a governar para os ricos. Não se engane, camarada, desregular a economia significa eliminar as regras, as normas de controle e afrouxar a fiscalização de inúmeros segmentos e setores da economia e, consequentemente, da saúde, do meio ambiente e da educação.

Aí recebo o seguinte questionamento: “Isto não é bom?”, ao tempo em que respondo: “Não!” Aqui, no Brasil, vive e viceja uma elite política e econômica das mais corruptas e perversas do mundo. O discurso desse tipo de gente é para dourar a pílula, mas a verdade é que essa conversa mequetrefe e rastaquera é para enganar trouxas e desavisados por ignorância ou má-fé intelectual, porque essa turma que apoia os Bolsonaro não dá ponto sem nó.

Todos sabemos como o governo dos fascistas terminou, tanto no que diz respeito ao fracasso econômico e social quanto no que tange à sombria e dolorosa quantidade de mortos vítimas da Covid-19, uma tragédia humanitária que matou mais de 700 mil pessoas e por culpa do governo entreguista, de lógica ultraneoliberal e francamente militarista, que apostou na anarquia econômica, a desrespeitar criminosamente os arcabouços de controle e fiscalização do Governo Federal e com isso causar profundos danos à sociedade brasileira.

A realidade nua e crua é que as hienas ou chacais ficarão à vontade, como ficaram no governo de Paulo Guedes/Jair Bolsonaro, que transformaram o Estado brasileiro em um sustentáculo para atender os desejos de riqueza de pessoas poderosas, que já controlavam a economia do mundo privado e que combatem o Estado como indutor da economia e regulador de regras e normas para que os mais fortes não incidem em covardias e roubalheiras contra os interesses do País e de sua população.

Jamais acredite, só se você não passa de um cara-pálida sem discernimento, a acreditar que o livre mercado se autorregula, quando sabemos que empresários sem regras e normas estabelecidas botam para quebrar e abusam do poder econômico contra os consumidores, os trabalhadores e os aposentados, que são a base principal de sustentação da economia. Sem regras, impera o vale-tudo. E vimos com sofrimento o vale-tudo dos desgovernos Temer e Bolsonaro.

Para concluir, afirmo-lhe, camarada: livre mercado, austeridade fiscal, afastamento do estado da população não passam de conversa fiada de neoliberal mentiroso, covarde e ladrão. Passamos por um período sombrio para o Brasil de quase sete anos (Temer/Bolsonaro), que impôs terríveis e sofridas realidades somadas à queda brutal dos investimentos públicos

Direitos consagrados do povo brasileiro foram retirados covardemente e os perversos ainda comemoraram, tanto no setor público quanto no segmento privado. Encheram a burra de dinheiro ao preço do alto custo de vida, a ter como combustível uma inflação alta e o cruel congelamento dos salários. Aconteceu uma verdadeira zona. Um banquete em homenagem à opulência de uma escória de gângsters que tomou de assalto o poder central, beneficiada por um golpe de Estado, em 2016, e pela prisão injusta do maior líder de esquerda das Américas, em 2018.

Deleitaram-se em controlar o Estado nacional, em um frenesi incontrolável para tirar o máximo de vantagens, benefícios e privilégios, como se não houvesse amanhã. Refestelaram-se como porcos a comer farelo e a chafurdar na lama fétida da iniquidade. Rodearam a lâmpada como mariposas, sem saberem que a luz do poste um dia se apaga, além de se inebriarem, inconsequentemente, com o cheiro de um poder que é tão passageiro quanto traiçoeiro. Perderam a eleição, mas mesmo assim tentaram realizar um golpe criminoso de estado. Ferraram-se.

Agora, na oposição, Flávio Bolsonaro é candidato do fascismo brasileiro, que se lambuzou com o poder e quer novamente controlar o Estado para atender os devaneios de uma elite econômica que está mais próxima do escravagista século XIX, pois se sente pouco à vontade no século XXI, que tem como herança os avanços sociais conquistados no século XX, apesar de muitos desses direitos civis terem sido diminuídos por inúmeras reformas realizadas por governos de direita, que tiveram como presidentes políticos golpistas, como Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro no poder é uma tragédia para a economia e para os direitos civis, bem como a sociedade brasileira comerá o pão que o diabo amassou no que é referente à brutalidade dos fascistas empoderados, desde o presidente e seus principais assessores ao guardinha da esquina, além de vizinhos ou parentes alucinados pelo fanatismo de extrema direita. Eleger Lula presidente é garantir aos brasileiros o direito de viver em uma civilização com regras, normas e mais paz, a manter os direitos conquistados pelo povo brasileiro desde os tempos do estadista Getúlio Vargas. Eleger Lula é assegurar a democracia sob a égide do Estado Democrático de Direito.

Lula na Presidência representa o Brasil soberano e desenvolvimentista, o País para todos os brasileiros, do diálogo e do crescimento econômico com emprego, educação e saúde. Ter Luiz Inácio Lula da Silva no poder central, na Presidência da República, significa mais comida na mesa e menos jovens na cadeia, assim como cuidar do sonho de sermos um País desenvolvido que garanta a igualdade de oportunidades e o acesso do brasileiro a uma vida melhor. Votar em Lula é votar no direito de viver em paz. Com os fascistas não se negocia, não se dialoga, não se cede nada. Aos fascistas, a derrota! É isso aí.

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