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Flávio é caso de polícia — Frouxo e fujão, trai o Brasil e conspira contra Lula e a democracia

29.10.2026 9 min read

Aviso aos navegantes: não adianta Flávio Bolsonaro desconfiar da lisura das eleições presidenciais, que foram limpas e tranquilas. Flávio e o PL, tal qual ao PT de Lula, pediram a prorrogação do horário de votação do segundo turno por duas horas (das 17h às 19h). Os dois partidos pediram.

Além disso, se o candidato fujão reclamar dos ministros do TSE, é salutar lembrar que o presidente do TSE, Nunes Marques, é uma indicação sua junto ao seu pai Jair Bolsonaro, assim como o vice-presidente do tribunal eleitoral se chama André Mendonça, o Terrivelmente Evangélico, ministro indicado por seu pai. Porém, é bom lembrar também que o PL, partido do Flávio, reconheceu a vitória de Lula, que pela quarta vez se tornou presidente do Brasil. 

Não adianta chorar e nem mentir. Não adianta publicar e divulgar carta de teor golpista dos Estados Unidos. Esse sujeito disse, criminosamente, que houve fraude e, ridiculamente, autoproclamou-se o legítimo presidente eleito. Fraude é o Flávio, que comete crimes em série e quem os comete tem que ser preso.

Era uma vez…

Um sujeito nocivo e recalcitrante chamado Flávio Bolsonaro. Ele é um caso de polícia e não de política. Flávio fugiu do Brasil não por motivo de perseguição política, mas para não ser preso por causa de três inquéritos e investigações criminais que tramitam no STF, a seguir: 1) Financiamento do filme Dark Horse, com orçamento de R$ 134 milhões; 2) Lavagem de dinheiro com casas de apostas (Bets), cujo sócio é o advogado Willer Tomaz, que também fugiu para os EUA; e 3) Crime de calúnia contra o presidente Lula, quando, sem provas, o acusou de crimes que o presidente nunca cometeu.

Esses são os três inquéritos oficiais, mas o tal do 01 é acusado de ter cometido outras ilegalidades, digamos assim, que certamente serão investigadas pela PF. Portanto, reitero: Flávio Bolsonaro nunca foi perseguido político, mas sim um foragido sem brio e coragem, com grande chance de ser processado e condenado pela Justiça brasileira, mesmo estando nos EUA. Trata-se do DNA dos bolsonaristas, que quando são derrotados em seus desejos e interesses empreendem fuga, correm como ratos apavorados e demonstram sem a mínima vergonha na cara suas inenarráveis covardias. Delinquentes, os bolsonaristas vivem desde 2013 em conflito permanente com as leis — com a Justiça.

Por sua vez, o governo colonialista do presidente Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio, que age em termos mundiais como uma perigosíssima máfia, organizou uma operação de fuga para Flávio Bolsonaro, que abandonou descaradamente seu mandato parlamentar e todos aqueles que acreditaram em suas canalhices dignas de um criminoso contumaz, porque acostumado a ser parceiro de gente do baixo nível de Marco Rubio. Este sujeito é um golpista internacional, que é capaz de cometer qualquer crime e sandice contra as leis internacionais e a ordem institucional de qualquer país, contanto que seus interesses econômicos e geopolíticos sejam concretizados, com a aquiescência de seu chefe de caráter fascista chamado pela alcunha de Donald Trump.

Flávio, como todo mundo sabe, até mesmo um recém-nascido, é um rapaz irresponsável e inconsequente, criado a pão de ló, que nunca assinou uma única carteira de trabalho e que se divertiu durante toda sua vida para valer, como se não houvesse amanhã. Flávio começou a se vitimizar como perseguido político, mas quando a verdade surgiu e a realidade dos fatos revelaram que ele é um sujeito mentiroso, de palavras e pensamentos sórdidos e ações consideradas criminosas pela Justiça, as pessoas perceberam que ele é de fato o algoz e o perverso disposto a transformar o Brasil em uma republiqueta, enfim, uma possessão norte-americana em pleno século XXI e o paraíso dos ricos para ficarem ainda mais ricos do que já são.

Se Flávio Bolsonaro vencesse as eleições, o Brasil seria transformado em um fazendão de commodities e se retiraria das decisões de cúpula do G-20, do Brics e do Mercosul, que seriam sabotados em prol do alinhamento automático dos interesses dos Estados Unidos. Além do mais, quem ousasse criticar ou falar mal do hipotético governo de extrema direita comandado por Flávio, seria perseguido no emprego e nas ruas poderia ser alvo de insultos e agressões físicas, além de as polícias terem seus poderes superdimensionados para oprimir e reprimir a oposição partidária e a sociedade civil organizada com a certeza da impunidade.  

O filho fujão (mais um) do fascista e golpista Jair Bolsonaro se ganhasse as eleições imediatamente desmontaria o Estado de bem-estar social e desenvolvimentista que está sendo efetivado passo a passo e com muita dificuldade pelo Governo trabalhista de Luiz Inácio Lula da Silva. O playboy traidor rapidamente entregaria um País do porte e da importância do Brasil ao governo dos gângsters imperialistas de Donald Trump e suas aves de rapina chamadas de secretários de estado e assessores.

Entretanto, trata-se, na verdade, de agentes colonialistas brutais. Eles nunca vacilam em invadir países, a fim de roubar suas riquezas e dessa forma criminosa abastecer e sustentar o establishment estatal norte-americano e os empresários estadunidenses, donos de poderosos oligopólios e cartéis em inúmeros e diversificados setores e segmentos da economia mundial. São tinhosos e traiçoeiros, de atos ardilosos e perversos, como ocorre agora com o envolvimento direto dos presidentes Trump e Milei, que se mobilizaram para efetivar uma estratégia de fuga de um dos piores e mais cruéis políticos que atuam no Brasil e conhecido pela alcunha de Flávio Bolsonaro.

Esse indivíduo covarde e fujão, colonizado e submetido vergonhosamente aos ditames dos interesses dos Estados Unidos, no fundo desejaria que o Brasil fosse uma colônia da potência militar de órbita mundial e hoje administrada por um fascista de marca maior, que sonha em ser o ditador global.

Como Flávio Bolsonaro levou uma surra na eleição, pois Lula teve quase 4,5 milhões de votos a mais do que o extremista de direita, a administração de terror pretendida pelos bolsonaristas não será implementada, assim como a extinção ou os graves prejuízos que poderiam ser causados aos direitos dos trabalhadores, dos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), dos aposentados e dos pensionistas não acontecerão por parte do Governo Lula, que continuará a luta para dar acesso a uma vida de melhor qualidade à população brasileira.

Quero lembrar, que a despeito da fuga de tal covarde, os programas sociais do povo brasileiro, bem como os investimentos para as obras de infraestrutura não serão paralisados como anunciaram, criminosamente, os bolsonaristas eleitoralmente derrotados. Flávio afirmou que daria continuidade ao desmanche do País, como ocorreu no desgoverno militarista e ultraneoliberal de Jair Bolsonaro. Porém, Lula é o presidente e continuará a preservar o modelo referente aos orçamentos da Saúde e da Educação, que são fixados conforme determina a Constituição. Aliás, o tal de 01 chegou a anunciar, com imensa desfaçatez, que iria mexer na Constituição. Ou seja, antes de ganhar a eleição que não ganhou, Flávio já anunciava que daria um golpe. O golpismo tatuado na sua testa.

Flávio Bolsonaro e o Paulo Guedes de saia, a tal de Dani Marques, que seria a terrível ministra da Fazenda, queriam acabar com a obrigação da União destinar 18% da receita líquida de impostos para a Educação e 15% da receita corrente líquida para a Saúde. Tratava-se do “tesouraço”. Você já pensou na tragédia, cara-pálida? Flávio reduziria os orçamentos obrigatórios da Saúde e da Educação determinados pela Carta Magna. Agora, vamos à pergunta que não quer calar: qual seria o destino de bilhões de reais de dois setores fundamentais para qualquer país e sociedade? Essa gente mequetrefe e perversa, que foi derrotada pelo Lula e o povo brasileiro, jamais respondeu com assertividade e transparência para onde iria tanto dinheiro.  

Quer saber mais o que poderia acontecer com um fascista no poder central? As terras indígenas e dos quilombolas seriam invadidas com violência. O salário mínimo deixaria de ser referência como indexador econômico e base de cálculo para a Previdência Social, benefícios assistenciais, contribuições tributárias e decisões judiciais no Brasil. Derrotados de forma retumbante e humilhante, Flávio e sua escória colocaram o galho dentro e ficaram a ver navios no que se trata de controlar o Estado nacional.

Confirmada a derrota, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, tomou as devidas providências de sua responsabilidade e obrigação de servidor público e ordenou que a Polícia Federal recolhesse os passaportes de Flávio Bolsonaro, afinal ele é investigado e responde a três inquéritos. Os policiais o abordaram nas imediações da casa do presidiário Jair Bolsonaro, de quem Flávio, certamente, despediu-se e, obviamente, relatou sua rocambolesca fuga do Brasil, de forma a não ser preso, como foi seu pai, que foi condenado a 27,3 anos de cadeia.

Flávio, além de não entregar os passaportes, a desobedecer a Justiça, imediatamente se movimentou para fugir, tal qual a um rato de esgoto e deu uma sonora banana aos seus apoiadores de inúmeros escalões, assim como deu um dane-se para seus 59 milhões de eleitores, que estão agora na condição de otários e tratados literalmente como gado, até mesmo os que são cúmplices das diatribes e crimes do Flávio Bolsonaro e família, que muitos chamam de clã, sendo que ao se olharem nos seus espelhos viram o quanto são trouxas e como os Bolsonaro só pensam nos interesses deles.

Ressalto mais uma vez. A fuga do gângster para os Estados Unidos é uma oportunidade que causa a sensação de se sentir livre para conspirar em prol de um golpe, sem ser preso, além de ficar impune em relação aos seus inúmeros crimes, que ora estão a ser investigados pelas autoridades policiais em parceria com o MPF e a Justiça. Vamos novamente deixar claro o seguinte fato e realidade: Flávio Bolsonaro não fugiu do Brasil por ser perseguido político. Esse sujeito frouxo e traidor, covarde e fujão nasceu, cresceu e viveu em uma democracia ao ponto de ser candidato a presidente da República que obteve 59 milhões de votos.

Flávio, na verdade, fugiu como frouxo que é, tal qual seu pai e seus irmãos, porque ele sabe o que fez no verão passado, compreende muito bem sua grave situação criminal, tendo consciência absoluta que deixou de ser um caso de política para ser um caso retumbante de polícia, volto a repetir. O candidato de extrema direita derrotado pelo presidente Lula nas eleições presidenciais é um completo irresponsável e, como se trata de um indivíduo traidor, ao pisar no solo estadunidense iniciará automaticamente o processo de conspiração contra os interesses do Brasil, bem como recomeçará as atividades golpistas contra o Governo Lula-4, com a cumplicidade de Marco Rubio e Donald Trump.

O Governo Lula-4 terá de ser duro sem abrir mão do diálogo com um presidente de caráter ditatorial e que ocupa a cadeira presidencial dos Estados Unidos, o país que é o verdadeiro amor de milhões de brasileiros como Flávio e Jair Bolsonaro. Tomados pelo complexo de vira-latas, muitos bolsonaristas empunhavam a bandeira estadunidense em seus movimentos nas ruas. Chegaram ao absurdo de pedirem que os gringos jogassem bombas no território do nosso país — uma postura que, no decorrer dos anos, tem se tornado cada vez mais comum, porque apostam na implantação de uma ditadura, de preferência militar.

Lula, sua equipe e seus apoiadores terão bastante trabalho para enfrentar os fascistas internos e externos que se consideram aliados, mas recorrer à população sempre será uma importante estratégia do Governo democrático de Lula e solução prática para combater o golpismo da extrema direita brasileira. Chamar e convocar o povo para ocupar as ruas por intermédio das multidões é uma forma poderosa de luta política, como ocorreu agora nas últimas semanas pré-eleição do segundo turno, quando o povo brasileiro não permitiu que os fascistas e os neoliberais roubassem seus direitos e seu País. É isso aí.

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