Nos braços do povo
“Bota o retrato do velho outra vez, bota no mesmo lugar, o sorriso do velhinho faz a gente trabalhar…”. As forças políticas do atraso tentaram fazer com Lula o mesmo que pretendiam – e também não conseguiram- fazer com Getúlio Dorneles Vargas: tirá-lo do poder, tirá-lo do povo. Nasci em 1978, mas tenho certeza que ao voltar 13, Lula, nesse 25 de outubro, senti a mesma emoção que qualquer trabalhador brasileiro que votou com sabedoria e, principalmente, absoluta certeza de futuro melhor à Nação em Getúlio Vargas, no pleito de 1950. Gegê era o presidente do povo, o líder político das massas, o primeiro presidente a olhar para os trabalhadores e reconhecer e valorizar a sua força. Foi Getúlio Dorneles Vargas que modernizou a Educação, Economia e o Trabalho no Brasil. O seu principal feito foi a criação da CLT, o que fez dos trabalhadores sujeitos da história do Brasil. Pela CLT e outros avanços que beneficiaram diretamente ao povo, Getúlio Vargas se tornou o pai dos pobres.
Após Getúlio somente Lula e Dilma cuidaram dos mais pobres, dos famélicos e trabalhadores, com o devido cuidado e atenção. Dilma foi golpeada antes de concluir projetos importantes como o PAC e Pátria Educadora, o presidente Lula foi preso muito injustamente em 2018, saiu nos braços do povo em 2019, e, agora, após disputa acirrada com o PIG, big techs e intervenções de Donald Trump, o monstruoso presidente dos Estados Unidos, e o maléfico miliciano playboy é reconduzido ao poder nos braços do povo (de novo essa expressão?). Não se trata de força de linguagem ou clichê político ao utilizar o termo “nos braços do povo” Para averiguar se a ideia faz sentido, está bem colocada, olhe as imagens das manifestações de sábado 24, na Avenida Paulista, em São Paulo, penso especialmente no momento em que Lula está segurando a bandeira do Brasil com uma mão e a Constituição com a outra em meio a proximidade com a multidão. Essa é a fotografia que entrará para história como símbolo da virada eleitoral. Lula fez tudo que era possível fazer para que o povo brasileiro nunca mais fosse escravo de ninguém, como também queria Getúlio.
Lula, agora, é maior que Getúlio Vargas e o jingle de campanha mais famoso da história política é o dele, ou melhor, o Rap do Silva: “era só mais um Silva com a estrela que brilha, trabalhava o dia inteiro e cuidava da família…”. Lula sempre estará na história do Brasil e nunca sairá da vida política do povo trabalhador. Ele e Dilma Rousseff, com o Coração Valente, mostraram ao mundo que nunca se deve duvidar da força da classe trabalhadora brasileira, os próximos quatro anos serão, como quer o presidente Lula, de bonança ao povo. Isso é certo porque Lula sabe que pode contar com os trabalhadores na rua e nas redes e vice-versa; e o Congresso tem medo dos dois: povo na rua e de Lula, porque sabe que os dois formam uma aliança política inquebrável.


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