As urnas dirão se a guerra de quadrilhas desbancará a luta de classes
Queremos e merecemos um Brasil de Paz, sem invasão de “mariners” americanos, sem porta-aviões ameaçador fundeado na Baía da Guanabara, sem bombas em nossas cabeças, como pedem, querem e insistem os filhos de Bolsonaro.
O bolsonarismo, no início uma seita ridícula, transformou-se em seita perigosíssima, que ameaça nossas vidas, todas elas, sem discriminar.
São nazistas, racistas, capacitistas, misóginos. São a fusão de muitos defeitos amalgamados pelo ódio.
Somos um país feliz, dançante, cantante, criativo, que contudo poderá se transformar em solo fértil para o crime organizado, caso o milicianato e o Comando Vermelho subam a rampa de braços dados com Flavio Bolsonaro, parlamentar que apoia com emendas, defende com discursos e condecora com medalhas assassinos de crianças e matadores de aluguel.
Sem esquecer da guerra aberta de quadrilhas caso o “pacote do poder” esqueça de incluir o PCC nessa rampa.
O Brasil não pode se submeter a essa aliança espúria e sanguinária do crime com o sionismo, o neopentecostalismo, o imperialismo dos EUA/Israel e a burrice da Faria Lima, da FIESP e dos grupos de comunicação brasileiros, que acham que vão se dar bem negociando com essa quadrilha.
Nenhuma instituição estruturada sobrevive e prospera numa terra sem leis, de malfeitores armados até os dentes. A disputa será palmo a palmo. Na mão grande, como acontece no estado sob o domínio da Máfia impiedosa. Como já aconteceu com o jogador Richarlyson, que teve sua casa sequestrada
Pensem nisso.


Tomara que as urnas desmintam o Datafolha
Brasil, o bastião da democracia ocidental
Uma década perdida