MAGA
Again palavra perigosa
Que já não é
Mais
Again é difícil de se repetir
Porque sempre haverá
Um além
Mandando mudar
Mandando não mais ser
Porque já não é
E provavelmente não será de novo
Porque o novo é um renovar
Again e again e again
Sem voltar, sem voltar, sem voltar
Never again
And ever again
Enganar
É mais fácil que realizar.
MAGA 2
Patalógica
Patológica
Vulgar e alaranjada
Como certas frutas
Que não dão fruto
Nem sementes
Só milionários em busca da moedinha número 1
Ilógica figura
Minúscula e microscópica
Num pântano imundo
De imoralidade
Amoral e perversa
Reverso
Do verso do imortal
Rigor mortis
Flagelo
Não mais do Egito
Mas da América
Que nunca mais será a mesma
Quando o futuro vier
E esse futuro está próximo.
Sem dólar
Sem fronteira com o México
Sem igualdade com o Canadá
Nem mesmo o gelo da Groelândia
Porque a liberdade derreteu
De uma sólida estátua
Que submergiu
No mar de lama
Da mágica
Que não funcionou
E frustrou uma multidão
De zumbis
Que invadiram Manhattan
E ocuparam aquele prédio de nata
Batida junto com breu.



Filha da fé: um chamado para novos tempos
Brasil Bom de Bozo – 3
Flávio virou 711 municípios de Lula: a crise no campo e a perda de perspectivas nas cidades
Feminicídio, pautas de costumes e “esquerda radical”: a nova guerra cultural no Brasil