Rei da aposta entrega cassino Brasil para imperialismo trumpista
A revista Piauí investigou a vida pregressa de Flávio Bolsonaro e constatou que ele tem origem no milicianismo do crime organizado, aliado do PCC e do CV, cujo poder se expandiu, atualmente, pela Faria Lima, endereço da jogatina financeira em que se transformou a economia brasileira, totalmente, financeirizada pela taxa de juros mais alta do mundo, a Selic.
A última informação que circula pela revista, ganhando os bastidores da política e da economia nacional, é que o candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro, está associado ao empresariado do setor de apostas.
É o caso de Willer Tomaz, empresário aliado dele na reconhecida internacionalmente casa de aposta Best Bet.
Tomaz e Flávio Bolsonaro, segundo a revista, se associam às atividades da Best Bet, cujo objetivo é atrair capital internacional para dinamizar no Brasil indústrias de jogos, transformando o país em paraíso turístico puxado pela chamariz da indústria dos cassinos, enquanto a economia e a política estarão sob comando do imperialismo trumpista.
Adeus, soberania nacional!
Tomaz, essencialmente, é corretor de negócios de jogos e divide seus lucros com os aliados, nas transferências de fundos financeiros cuja circulação financiam a indústria da jogatina.
É o modelo americano de Las Vegas, onde o trumpismo, aliado do bolsonarismo, manda e desmanda nos jogos de azar, no país do capitalismo mais desenvolvido.
Trump joga com as informações privilegiadas a que tem acesso e que são criadas por ele, a serviço dos interesses privados da Família Trump.
PROJETO IMPERIALISTA DA JOGATINA
O presidente americano desenhou projeto econômico finceiro da sorte para disseminar mercados de opções especulativas em todas as atividades, econômicas e culturais, em escala global, sendo o jogo financeiro da sorte o ponta de lança do sistema, como ficou comprovado o lançamento do bitcon da marca Trump, que alavancou suas finanças neste seu segundo mandato.
Eis porque Trump é o condutor dos pensamentos da família Bolsonaro, mantendo seus integrantes protegidos, para realizar o entreguismo da riqueza nacional, no comando do poder nacional, monitorado de Washington.
AGENTE INTERNACIONAL BOLSONARISTA
A relação de Bolsonaro com Willer Tomaz, personagem com cancha internacional, de livre circulação nos meandros do poder americano, junto com os Bolsonaros, nos Estados Unidos, por intermédio de associação com a Best Bet, transfere para o Palácio do Planalto, se Flávio for eleito, as articulações da indústria de jogo, em escala nacional e global; afinal, estará, no poder, alguém familiarizado com jogatina e comprometido em expandi-la em escala industrial.
É o candidato Bolsonaro o condutor direto, no plano da indústria de jogos, da sua relação com as demais atividades econômicas, a exemplo do que Donald Trump pratica, ganhando corretagem de negócios diversificados, no exercício do poder.
A escalada bolsonarista, com Flávio no Planalto, alcança plano nacional e internacional com o qual o império americano se relaciona como ator protagonista com o discurso da força, ancorado na nova Doutrina Monroe.
O Brasil será um peão de Trump na cena internacional, estando Flávio Bolsonaro, no poder, para manejar, a serviço do trumpismo, os interesses americanos em território nacional.
DOUTRINA IDEOLÓGICA IMPERIALISTA E BOLSONARISMO
Por trás da Doutrina Donroe está a maquinaria econômica, financeira e especulativa trumpista, que representa modelo de governabilidade para o bolsonarismo, aliado ideológico incondicional do trumpismo.
Como prega o trumpismo, a estratégia bolsonarista no poder é ampliar negócios, na linha do seu mestre, o chefe da Casa Branca, com o qual Flávio Bolsonaro dispõe de afinidades eletivas.
O bolsonarismo geopolítico estratégico será dado por Trump por meio do Escudo das Américas, novo campo imperialista ideológico de experimentação política de direita na América Latina, como atrativo magnético das lideranças econômicas conservadora para se alinharem a Washington, objetivando o poder latino-americano como extensão do poder norte-americano.
Flávio já firmou sua profissão de fé e se prepara, caso seja eleito, para formar futuro governo bolsonarista sob orientação e condução trumpista.
Nesse contexto, o Brasil passaria a ser dirigido pelo primeiro presidente da República ligado à indústria de jogos, em que o aliado de Flávio, o empresário Willer Tomaz prepara-se para ser o primeiro condutor de novo segmento econômico e financeiro – a indústria de jogos e apostas.



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