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O que é a (contra)revolução do senso comum?

09.10.2026 14 min read

Propõe analisar o que Donald Trump, em seu discurso de posse, chamou de “revolução do senso comum”, responsável pela sua vitória e também como o bolsonarismo tem relação com tudo isso. 

“Seu pai te bateu hoje, meu filho, porque seu pai tem sangue de Coca-Cola correndo na veia, um dia, meu filho, você vai saber isso e entender seu pai… (Roberto Drummond, Sangue de Coca-Cola, 1981, p.19)”

As modernidades capitalistas 

Em 2002, o filósofo equatoriano-mexicano, Bolívar Echeverría, apresentou, no Latein-Amerika Instituto, em Berlim, o seu ensaio “La clave barroca de América Latina”, no qual defendeu que modernidade capitalista (quase uma redundância) nunca foi unidimensional, mas múltipla, definindo-se no processo de sua constituição como: i) a do ethos clássico; ii) a do ethos romântico; iii) a do ethos  realista; iv) e a ethos barroco.

A modernidade do ethos clássico e a modernidade do ethos romântico  podem ser interpretadas como opostos que se encontram, do seguinte modo i) a primeira, a clássica, constituiu-se a partir do capitalismo da Europa do Norte e se constituiu  por meio da ideologia  do progresso sem fim, compreendido como uma fatalidade, como uma universalidade objetiva, inumana e abstrata; uma terceira pessoa transcendental que se apresenta literalmente como um Deus ex machina, isto é, como um Deus surgido da máquina ou das forças produtivas do capital, devendo ser reverenciado, acatado, obedecido, a partir da seguinte premissa: não há o que fazer; ii) a segunda, a romântica, é a contraparte da primeira, pois se demarca pelo fetichismo da ação individual subjetiva, confinando-a na mística do herói isolado, romanticamente exaltado, desde que não ouse questionar o lado impessoal e determinista  da modernidade clássica.

A modernidade do ethos realista (realismo no sentido pragmático de, mais que acatar, apear na ordem existente, ancorada na reprodução ampliada do capital) é propriamente a modernidade norte-americana e tem como base a autorreprodução sequestrada do valor, assim: dinheiro nu = trabalho nu. Quer dizer: o trabalho deve ser, no limite, nu, sem direitos, sem resistência, absolutamente alienado, não havendo trabalho mais nu que o do tráfico de drogas, dos golpes de Estado, dos saqueios, das guerras, do fomento multitudinário de todas as formas de violência, imagináveis ou inimagináveis. 

A fórmula de Karl Marx para definir o valor, “trabalho socialmente necessário para a produção da mercadoria” (MARX, 2013, p. 162), concretiza-se, na modernidade realista estadunidense, como “trabalho socialmente nu” para servir de lastro ao dólar desacoplado da realidade ou, dizendo de outro modo, bombardeando-a. 

Há, a propósito, duas doutrinas que definem o axioma “dinheiro nu = trabalho nu” da modernidade realista estadunidense. A primeira é a Doutrina Monroe de 1823; nosso inferno particular, pois impõe a todos os países ao Sul do Rio Bravo a tragédia sem fim do trabalho nu do espaço vitalmente mortal da oligarquia ianque. A segunda, extensão mundial da primeira, é a doutrina Truman, que transformou o Lebensraum de Hitler no espaço vital planetário norte-americano, quando, na Grécia arrasada pela guerra, decretou em 1945: “O mundo é dos americanos!”. 

O  Corolário Trump, também chamado de Doutrina Monroe, é a atualização do ethos realista da Doutrina Monroe de 1823 da seguinte forma:  as Américas são da unipolaridade estadunidense e nem China, nem Rússia, nem Brics +, nem qualquer forma de multipolaridade serão permitidas  fora do “dólar nu = superexploração nua dos povos de Nuestra América!”

O ethos barroco, por sua vez, detém outra racionalidade; é popular, é uma questão de povo, e assim foi definido por Echeverría: “O ethos barroco, tão presente nas sociedades latino-americanas ao longo de sua história, caracteriza-se por sua fidelidade à dimensão qualitativa da vida e do mundo, por sua negativa em aceitar o sacrifício da vida em nome da valorização do valor” (Echeverría, 2002, p. 10, tradução nossa).  

O ethos barroco é o dos valores de uso em face à dominância dos valores de troca no capitalismo, dizendo fundamentalmente respeito à modernidade dos excluídos das modernidades clássica, romântica e realista. 

É a modernidade ao rés-do-chão, cotidiana, popular do povão. 

O que é o dispositivo?

Replicando à sua maneira a filosofia de Michel Foucault, Gilles Deleuze, em “O que é o dispositivo?” (1988), assinalou a propósito o seguinte: “Os dispositivos, pois, têm por componentes linhas de visibilidade, de enunciação, linhas de forças, linhas de subjetivação, linhas de rachadura, de fissura, de fratura, todas as quais se entrecruzam e se emaranham, umas que dão mais uma vez noutras, ou que suscitam outras, através das variações ou mesmo das mutações de agenciamento” (Deleuze, 2016, p. 363).

As linhas de visibilidade (o que pode ser visto e o que é ocultado) e  as linhas de enunciação ( o que se diz e o que  não pode ser dito, o maldito), assim como as linhas de força, na relação entre saber e poder ( o pressuposto de que saber é poder-dominação  sobre),  a rigor, têm sido, no decorrer de todo o século XX e no atual, contra o marxismo, inclusive a própria filosofia de Gilles Deleuze e de Michel Foucault, com suas linhas de visibilidade e de enunciação sobreterminadas pela CIA. 

 O formalismo russo, por exemplo, dos inícios do século passado, não adquiriu fama por acaso ou porque fosse indispensável. Surgiu para visibilizar e tornar dizível, como saber-poder, certo fetichismo da forma que teve como objetivo ocultar e interditar a forma-valor simples, a forma-valor universal, a forma-dinheiro, categorias presentes em O capital, de Karl Marx. O formalismo, pois, emergiu como revisionismo da forma-trabalho revolucionário das lutas de classes   da emancipação laboral dos povos, transformando-a em forma-mercadoria – essência do atual mercado teórico. 

A fenomenologia foi outro saber-poder financiado para empurrar para o limbo a consciência de classe, substituindo-a por uma consciência fenomenológica, supostamente livre de julgamentos, agarrada à crença da coisa em si, neokantiana. E não seria demais dizer que com a hermenêutica não foi diferente, com sua mania pequeno-burguesa de relativizar/pluralizar, de modo liberal, o passado histórico para salientar ao fim e ao cabo o seguinte: o marxismo é autoritário e anacrônico porque não considera a diversidade de perspectivas e de maneiras de pensar, além de não respeitar a relação (natural) das ideias com as suas respectivas épocas! 

Já no período de hegemonia estadunidense, o estruturalismo foi mais um dispositivo de saber-poder antimarxista, devotado a invisibilizar e a silenciar expressões como estrutura do capital, infraestrutura, superestrutura, estrutura dos elementos econômicos, presentes igualmente em O capital de Karl Marx, razão por que seja possível afirmar: O capital, de Karl Marx, tem sido o objeto de ataque dos dispositivos teóricos do capital contra a classe trabalhadora mundial. 

Sim, no capitalismo, o dispositivo que circula é sempre, dominantemente, dispositivo do capital contra a forma, a estrutura  e o conteúdo do trabalho não alienado, razão pela qual todas as teorias que circularam e circulam, após Marx, que não partem deste, podem e devem ser analisadas como dispositivos teóricos antimarxistas.  O pós-estruturalismo, que procurou resgatar o sujeito (ausente no estruturalismo não genético), o fez por meio da validação fetichista da subjetividade anarquista do American way of life que emergiu de Maio de 68, produzindo o dispositivo mais poderoso, a serviço do Ocidente e sobretudo de EUA, desde o final da década de 60: o dispositivo da juventude transviada, rebelde, iconoclasta, sexualmente liberada, que, ao visibilizar-se e dizer-se como saber-poder encarnado no corpo da modernidade do ethos romântico despojado do jovem, ocultava e interditava, por consequência, o adulto, o passado, o conhecimento crítico acumulado, eternizando publicitariamente, assim, o presente da hegemonia ocidental. 

Os estudos culturais da década de noventa surgiram para, como dispositivo teórico, invisilizar e calar a cultura do capitalismo realmente existente, responsável pela miséria geral dos povos. O pós-colonialismo, essa corrente teórica que surgiu para acusar a Europa (sim, a Europa marxista) de colonizadora e racista, emergiu para explorar os ressentimentos relativos ao período colonial europeu e ao mesmo tempo invisibilizar e interditar qualquer menção à Doutrina Monroe, assim como o saqueio dos povos do mundo levado a cabo sistematicamente por EUA desde o fim da chamada Segunda Guerra Mundial. 

É inútil prosseguir, porque são mais do mesmo, em sua versão sionista, hoje:  estudos de testemunho, ancestralidade, decolonialismo são dispositivos teóricos da invisibilidade e do silenciamento da emancipação nacional-popular dos povos, configurando-se como saber-poder de sionista-estadunidense contra a China, a Rússia, os povos. 

Autor algum, nesse contexto, projetou-se e se projeta no mercado de ideias porque seja bom e necessário, e isso inclui autores da Teoria Crítica como Theodor Adorno, Max Horkheimer, Jügen Habermas, assim como seus irmãos siameses atuais, como os que assinaram (Angela Davis, Michael Löwy,  Judith Butler) uma carta aberta malandramente infiltrada  de “nem uma coisa e nem outra” ; nem o imperialismo e nem Irã, indiferenciando  o agressor genocida  de mais de um século (se se considera a Invasão da Pérsia, 1917-1919, realizada pela Inglaterra, matando de fome ao menos oito milhões de iranianos) do agredido por meio de uma guerra total, de espectro completo, no contemporâneo, através, antes de tudo, do necroalgoritmo, esse dispositivo de guerra do Vale do Silício.  

Ethos barroco e o dispositivo da contrarrevolução do senso comum

Em seu discurso de posse no dia 20 de janeiro de 2025, Donald Trump assinalou a existência de um novo dispositivo de tecnologias de poder dos EUA, ao ressaltar e a exaltar o surgimento do “common sense revolucion”; a revolução do senso comum que o alçou ao poder. Como funciona esse dispositivo e de que maneira está presente na América Latina e na atual eleição no Brasil?

Para responder a essas questões, é preciso registrar que os dispositivos não funcionam sem o guarda-chuva de uma cultura que os torna possíveis. No capitalismo, evidentemente, a cultura dominante é a do capital e é por isso que os dispositivos dominantes estão a serviço do capitalismo, sob a forma de mercadorias, de modo que, em última instância, os dispositivos são dispositivos de valores de troca; e o dinheiro, assim, é o dispositivo dos dispositivos, porque, embora não gere valor, representa este último. 

Michel Foucault, em História da sexualidade: vontade de saber (1976), ainda que não tenha se referenciado na questão cultural, não deixou de perspectiva-la ao tratar do dispositivo da sexualidade da seguinte forma: i) há nele (um dispositivo dentro de outro) o dispositivo confessional; ii) há, também,  a dimensão  anatômico-política, que diz respeito aos efeitos da confissão ( sempre estimulada pelas tecnologias de poder do capital) sexual no corpo, isto é, na identidade, na subjetividade; iii) há nele a biopolítica da população, que diz respeito ao conjunto da população, à sociedade e no interior desta à cultura dominante, orquestrada por um mosaico de confissões e por uma multidão de corpos dóceis, ressaltando que,  no interior da (contra)revolução do senso comum contemporânea,  os corpos não sejam nada dóceis; pelo contrário, são corpos brutos, embrutecidos, que se apresentam em tempo real como corpos revolucionários, sem ser. 

No primeiro período de hegemonia estadunidense, a do dispositivo da juventude transviada ( 1945 a 1991), dominou a confissão indissociável do dispositivo da sexualidade supostamente livre, emancipada, produzindo, como efeito, os corpos dóceis do american way of life do período, representados esplendidamente no romance Sangue de Coca-Cola, do escritor mineiro Roberto Drummond nos seguintes trechos: “- Se eu matasse ele, Tati, eu conseguia escapar, mas eu tenho sangue de Coca-Cola, e não matei, agora vão me matar…(Drummond, 1981, p.292)”….”Agora eu sei, Tati, que nunca eu vou poder assistir com você a um comício do PCI em Roma: eu estou morrendo, Tati, e eu descubro que isso é a causa de tudo de ruim que aconteceu comigo e com o Brasil. Porque o Brasil também tem sangue de Coca-Cola (Drummond, 1981, p 293)”.

Publicado em 1980,  Sangue de Coca-Cola  inicia em um fatídico 1º de abril, sugerindo o dia posterior ao golpe de Estado civil-militar de 31 de março de 1964; dia (também conhecido como o da mentira)  em que o povo brasileiro estaria surrealmente surtado por ter tomado Coca-Cola com LSD. De modo semelhante ao romance PanAmerica (1967) do paulista José Agrippino de Paula, a narrativa de Drummond mimetiza a cultura-pop norte-americana de modo carnavalesco, psicodélico, misturando personagens fictícios e reais. 

Desse modo, o romance do escritor mineiro conseguiu montar o mosaico cultural, ainda que fragmentado, da biopolítica da população brasileira do período: tem sangue de Coca-Cola,  encarnando-se como   american way of life, corpo dócil festivo e drogado que funciona como alteridade fake, argumento que é preciso explicar melhor. Existe alteridade e existe a norma. Qual a diferença? A alteridade é o outro em face da norma. A mulher é a alteridade relativamente ao padrão homem patriarcal; e assim o negro para o branco descendente do europeu, e assim homoafetividade para padrão hétero, e assim por diante, embora seja necessário dizer o seguinte com todas as letras: no capitalismo, a classe trabalhadora é a alteridade das alteridades, porque a norma absoluta é o capital. 

O dispositivo do estilo americano de vida foi uma invenção cinematográfico-cultural estadunidense, tendo sido apresentado ao mundo como alteridade relativamente aos perfis humanos do eixo socialista, caluniados como carentes de liberdade, ao estilo do ethos romântico da modernidade ocidental.  Foi usado como arma de guerra para vender a imagem de um Ocidente livre, jovial, alegre, sexualmente liberado. Para as forças de repressão da ditadura militar pós-64, no entanto, eram alteridades comunistas que deveriam ser reprimidas e extirpadas, embora, na verdade, fossem alteridades falsas porque não representavam e nem encarnavam a classe trabalhadora brasileira.

Esse é o pano de fundo do romance Sangue de Coca-Cola. Os dois fragmentos citados acima dizem por si mesmos: i) no primeiro, a personagem admite que não é capaz de matar o repressor a serviço da ditadura militar por ter sangue de Coca-Cola, isto é, ser um corpo dócil publicitário da biopolítica da população orquestrada por EUA; ii) no segundo, sem sequer se defender da violência sofrida, confessa a sua morte iminente, ampliando-a: o Brasil tem sangue de Coca-Cola; sangue de estilo americano de vida. É inofensivo. 

E o que é o dispositivo da (contra)revolução do senso comum, exaltado por Donald Trump em seu discurso de posse? É preciso, para responder a essa pergunta,  voltar ao texto de Gilles Deleuze, “O que é o dispositivo?”, para ressaltar o seguinte fragmento: “Uma estética intrínseca dos modos de existência como última dimensão dos dispositivos (Deleuze, 2016, p. 264). Ora, não há nada mais intrínseco aos modos de existência que o ethos  barroco, por ser popular, cotidiano, de quaisquer. 

Em linhas gerais é a captura do ethos barroco do povo brasileiro realizada sem cessar pelo  ethos realista norte-americano, em interface com Deleuze, a última dimensão do dispositivo; captura que tem, na América Latina, um de seus principais centros sísmicos,  a indústria das igrejas neopentecostais, sediada em Miami, tendo em vista um complexo midiático (que inclui os dispositivos do Vale do Silício) que não seria incorreto designar como o Hollywood da contrarrevolução do senso comum, tendo como eixo o seguinte: dólar nu = povo nu. 

Isso significa que o verdadeiro Deus neopentecostal é o dólar, em nome do qual tudo (e tudo é tudo de pior) é possível: mentiras, narcotráfico, povo-lumpen, que é tudo, menos povo trabalhador consciente. Diversamente do sangue de Coca-Cola dos corpos dóceis do american way of life  do período anterior, a alteridade-fake, no contemporâneo, expressa-se por meio da (des)cultura woke, a encarnar o dispositivo dos corpos dóceis da biopolítica da hegemonia  de estilos de vida norte-americanos. 

O dispositivo a um tempo do ethos realista e ethos barroco da contra revolução do senso comum não se apresenta como alteridade, sendo fundamental ater-se à palavra-chave, carimbada por Trump: revolução. Há muito que a revolução real foi capturada, editada, tornada objeto de revisionismos, até receber o nome de revolução colorida.

 Essa tem sido a marca publicitária da hegemonia estadunidense no âmbito cultural: o Rock and Roll, por exemplo, da década de 50 em diante foi e é ( hoje decadente) o dispositivo da revolução fake da juventude transviada. Todo o sistema de gesto e de sons remetia à performance revolucionária, sem ser, concentrando a Ideia de revolução nos EUA, que usurpavam, assim, a revolução socialista, a revolução da emancipação nacional dos povos, produzindo uma legião de corpos dóceis ( a dimensão anatômica do biopoder) anarquistas (auto)apresentados como revolucionários. 

Tratou-se da aliança entre a modernidade do ethos realista estadunidense com o ethos romântico.

 Hoje não é isto que está em jogo e a (contra) revolução do senso comum é a captura, pelo ethos realista, do ethos barroco do povão, alcançando o coração do cotidiano popular a partir da ilusão de que esteja protagonizando uma revolução real, sem ser. O bolsonarismo no Brasil é a expressão trágica da subsunção ethos barroco pelo ethos realista estadunidense e todas essas figuras que se projetam, vencendo as eleições no Sul e Sudeste do país, alcançam fama e votos porque mimetizam a luta de classes desejada há séculos no inconsciente do ethos barroco latino-americano.

Se é e tem sido o Nordeste que ainda resiste, isso se deve ao fato de que é a região do Brasil, por razões históricas, em que o ethos barroco ainda é dominante; e resiste. Entretanto, há muito que está na mira do ethos realista estadunidense. As novelas da Globo recentes, tendo os nordestinos como referência, não são mero acaso, mas um esforço de captura, sem contar a invasão neopentecostal do Nordeste. 

Nunca foi tão urgente assumir a revolução da liberação nacional anti-imperialista como plataforma da luta de classes inseparável do ethos barroco brasileiro, abandonando a esquerda dos corpos dóceis do ethos romântico liberal do “eu sou alteridade” desconectada da alteridade-mor: a classe trabalhadora!

Referência

Drummond, Roberto. Sangue de Coca-Cola. São Paulo: Círculo do Livro, 1981.

Echeverría, Bolívar . La modernidad de lo barroco. México D. F.: Ediciones Era, 2011.. ______. La clave barroca en América Latina. Universidad Autónoma de México. Disponível em: . Acesso em: 13 de jan. 2011.

DELEUZE, Gilles. “O que é o dispositivo”. In. Dois regimes de loucos. Trad.  Guilherme Ivo. Sáo Paulo: Editora 34, 2016, p.359-369. 

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. Tradução Maria Thereza da Costa Albuquerque e José Augusto Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Graal, 1988.

MARX, Karl. O capital. Livro I. Crítica da economia política. Tradução de Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, 2013.

Paula, José Agrippino de. PanAmérica. Epopeia. 2º. São Paulo: Max Limonad, 1988.

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