BYD chega a 8,5 mil empregados em Camaçari e alcança 85% da meta de contratações neste ano
247 – A BYD contratou 410 profissionais nesta quinta-feira (1º) e elevou para 8,5 mil o número de empregados diretos no complexo industrial de Camaçari, na Bahia. O contingente representa 85% da meta da empresa de alcançar 10 mil contratações até o fim de 2026.
A nova rodada de admissões acompanha a expansão das atividades industriais da companhia no município. Segundo a BYD, o complexo deve iniciar até o fim do ano as operações das unidades de soldagem, pintura e estamparia.
A maior parte das vagas preenchidas é destinada a operadores de produção e logística. Os trabalhadores serão distribuídos principalmente no terceiro turno da fábrica de montagem final e da unidade de soldagem, ampliando a capacidade operacional para atender à demanda pelos veículos da marca no país.
Mais de 90% dos 410 novos funcionários são baianos, e metade mora em Camaçari. A empresa relaciona as contratações ao avanço de sua operação industrial no estado.
“A chegada de novos profissionais mostra que a BYD segue avançando na Bahia, combinando expansão industrial, geração de empregos e desenvolvimento regional. É um crescimento que reforça o papel estratégico de Camaçari para a BYD e para o futuro da mobilidade no Brasil”, afirmou o vice-presidente sênior da BYD no Brasil, Alexandre Baldy.
Inaugurada em outubro de 2025, a unidade de Camaçari é, segundo a companhia, a maior fábrica da BYD fora da Ásia. A capacidade inicial é de 150 mil veículos por ano e poderá chegar a 600 mil unidades anuais quando todas as etapas do projeto estiverem concluídas.
O complexo recebeu investimentos de R$ 5,5 bilhões e ocupa uma área de 4,65 milhões de metros quadrados. A projeção da empresa é gerar 20 mil empregos diretos e indiretos. A fábrica produz atualmente o BYD Dolphin Mini, o sedã BYD King e o SUV BYD Song Pro.
A BYD também afirma que passou a ocupar em 2026 a posição de maior geradora de empregos do setor automotivo brasileiro. De acordo com a companhia, o volume de contratações é cerca de quatro vezes superior ao da segunda colocada, com base em dados recentes do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.



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