Escolado no crime: como o miliciano sociopata desvia a atenção para não abrir o sigilo
Depois de três dias em total silêncio sobre o desafio do Lula, Flávio Bolsonaro finalmente aceitou abrir os sigilos, desde que … e desfiou uma série de condicionantes para, na prática, não abrir o sigilo e ainda acusar Lula de não querer mostrar os dados.
Considerando-se o perfil do elemento, essa atitude era esperável. Ele não é amador ou principiante. Como profissional do crime, ou seja, alguém escolado na carreira do crime, desvia a atenção para distorcer a realidade e ocultar seus próprios crimes.
Flávio Bolsonaro é um miliciano com uma trajetória marcada por envolvimento em crimes e ilícitos. Além disso, como seu pai, ele ostenta um comportamento de sociopata, conforme classificação da Associação Psiquiátrica Americana no Manual de Diagnóstico de Transtornos Mentais – MSD.
De acordo com o Manual, os sociopatas “podem expressar seu descaso pelos outros e pela lei […]; eles podem enganar, explorar, fraudar ou manipular as pessoas para conseguir o que querem”. É equivocado considerar sociopatas como alguém burro ou incapaz, porque são pessoas enganadoras, que abusam de mentiras repetidas para ludibriar os outros.
Como está em moda consultar o google para conhecer fatos reais e desmentir as mentiras dos Bolsonaro, recomendo perguntar ao google: – “como um sociopata desvia a atenção para que seus crimes não sejam descobertos”?
Nenhuma surpresa na resposta. À seguir, os principais trechos.
O google resume que sociopatas “desviam a atenção de seus atos ilícitos ou abusivos utilizando estratégias psicológicas e manipulação interpessoal refinada, que exploram a boa-fé e as vulnerabilidades das pessoas ao seu redor”.
“Diferente do que mostram os filmes, a maioria não comete crimes de sangue, mas sim golpes financeiros, fraudes corporativas e abusos psicológicos recorrentes. As principais táticas usadas para desviar o foco e evitar que sejam descobertos incluem:
Acusações Espelho: Podem projetar seus próprios erros nos outros. Acusam parceiros, colegas ou rivais de estarem fazendo exatamente aquilo que eles mesmos cometeram, fazendo com que o ambiente passe a investigar a pessoa errada”.



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